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sábado, 30 de junho de 2012

O avental do Arco Real inglês

Já ouvi dizer, no Real Arco americano, que o avental do Arco Real inglês tem uma orla dentada azul (do simbolismo) e vermelho (dos altos graus) justamente para indicar que o Arco Real inglês continua sendo parte dos Graus Simbólicos.  Isso é verdade?

Isso não tem nenhum fundamento. Embora o uso de certas cores na Maçonaria apareçam em diversos ritos, países e sistemas maçônicos, elas não são usadas da mesma forma e muitas vezes sequer simbolizam a mesma coisa.

O azul é cor do simbolismo nos Estados Unidos e o vermelho é a cor dos graus capítulares do Real Arco americano, assim como o negro é a cor dos graus de Cavalaria americana. Nos Estados Unidos, cada cor substitui a anterior.

O uso das cores na Maçonaria britânica (inglesa, escocesa e irlandesa) é semelhante, porém diferente. O azul é a cor por excelência da Maçonaria como um todo e em especial do simbolismo  e o vermelho é a cor do Arco Real, porém o vermelho é usado em adição ao azul. Há aventais na Irlanda com borda azul, vermelha e negra para indicar que seu portador era Mestre Maçom, Mestre do Arco Real e Cavaleiro Templário.

Reforçamos o ponto: é um erro querer interpretar o uso das cores de um sistema maçônico (inglês, por exemplo) pelos critérios de uso que essas cores têm em outro sistema (americano, por exemplo).

Vale também observar que as divergências na forma de usar as cores e nos seus  significados são maiores ainda quando consideramos outros países e ritos. Por exemplo, o vermelho é utilizado no simbolismo: o avental de Mestre (grau 3) da COMAB aqui no Brasil é vermelho, e nossos irmãos do Rito Brasileiro, já usam uma gravada vermelha (bordeaux) desde do grau 1.

Por fim, vale relembrar que, SE o Arco Real inglês fosse realmente parte dos Graus Simbólicos, ele estaria mais próximo ainda do antigo Arco Real como era praticado na Grande Loja dos Antigos. Lá, o Arco Real realmente era parte dos Graus Simbólicos.

sábado, 2 de junho de 2012

Esclarecendo “Real Arco & Arco Real”

Li num certo artigo entitulado “Real Arco & Arco Real” que a Grande Loja de Londres e Westminster (Os Modernos) não aceitava “nem a pau” (como diz aquele artigo) o Arco Real enquanto que Grande Loja dos Antigos o praticava e que a solução, na fusão das duas Grandes Lojas em 1813, foi transformar o Arco Real em um grau lateral. Foi isso realmente o que aconteceu?

Não. Não foi isso o que ocorreu.  Primeiro observe que a primeira ata do primeiro Grande Capítulo do Arco Real ligado a Grande Loja de Londres e Westminster é datada de 22 de março de 1765, e que em 11 de junho de 1766, o Grande Capítulo exaltou o Grão-Mestre da Grande Loja de Londres e Westminster (a primeira Grande Loja), o qual se tornou imediatamente Grande Principal do Grande Capítulo. Portanto “Os Modernos” já praticavam o Arco Real bem antes da fusão em 1813.

Você pode ler um pouco da História do primeiro Grande Capítulo em:

A divergência entre a Grande Loja de Londres e  Westminster e a Grande Loja dos Antigos NÃO era sobre aceitar ou não o Arco Real.  A divergência relativa ao Arco Real era que a Grande Loja de Londres e  Westminster via esse grau como um grau adicional, separado da Maçonaria Simbólica, enquanto que a Grande Loja dos Antigos o via literalmente como parte integrante da Maçonaria Simbólica, em particular como parte do terceiro grau.

Você mesmo pode conferir a visão da Grande Loja dos Antigos sobre o Arco Real em:

e também na Enciclopédia de Mackey, verbete “York Rite”, na página 1036,  em:

Vale também notar que Dr. Mackey apresenta um argumento interessante de que mesmo antes da fundação do primeiro Grande Capitulo do Arco Real, em 1765, a Grande Loja de Londres e Westminster (chamada também de “the legal, or constitutional, Grand Lodge”) já praticava o conteúdo  Arco Real, porém com parte integrante do terceiro grau. 

Veja Enciclopédia de Mackey, verbete “Royal Arch Degree”, páginas 757 a 760, em:


Mas por que o início do segundo artigo do Tratado de União, em 1813, entre as duas Grandes Lojas rivais inglesas é “A antiga pura Maçonaria consiste de três graus e somente três, isto é, Aprendiz, Companheiro e Mestre, incluindo o Sagrado Arco Real [...].”? Como entender que 3 são 4?
   
Recapitulemos, de um lado temos a Grande Loja de Londres e Westminster (os Modernos) que praticava, pelo menos desde 1765, o grau do Arco Real como um grau adicional, separado da Maçonaria Simbólica; do outro lado temos a Grande Loja dos Antigos que praticava o Arco Real como parte integrante da Maçonaria Simbólica, em particular como parte do terceiro grau.

A frase no início do segundo artigo do Tratado de União de 1813 extremamente inteligente porque pode ser lida de duas maneiras diferentes. Quem era da Loja de Londres e Westminster (os Modernos) leria que a “antiga e pura Maçonaria” era feita de três graus e mais o grau do Arco Real, o que coincidia com a visão dos “Modernos”. Por outro lado, quem era da Grande Loja dos Antigos leria que Arco Real estava incluindo no grau de Mestre, o que coincidia com a visão dos Antigos. 


A Grande Loja dos Antigos tinha também um Grande Capítulo do Arco Real?

Sim, mas como a Grande Loja dos Antigos via o Arco Real como parte da Maçonaria Simbólica,  esse Grande “Capítulo” do Arco Real da Grande Loja dos Antigos nada mais era do um Comitê, uma Comissão, dentro da Grande Loja dos Antigos.

Você pode ler isso e mais detalhes sobre isso em:


Li, naquele mesmo artigo entitulado “Real Arco & Arco Real”, que após a fusão das Grandes Lojas, o Grande Capítulo do Arco Real foi colocado subordinado a Grande Loja Unida, por haver suspeita e medo do que veio de fora da Inglaterra e para melhor controlá-lo. É verdade?  

Essa afirmativa não tem sentido, por pelo menos dois motivos:

  1. Nas duas Grandes Lojas (dos Modernos e dos Antigos), os Grandes Capítulos do Arco Real já eram subordinados às respectivas Grandes Lojas.

  1. Na Escócia, quando os Capítulos do Arco Real se organizaram, eles também buscaram se colocar “sob a asa” da Grande Loja da Escócia, porém essa Grande Loja não aceitou. 

Você pode ler isso e mais detalhes na seção de História (History) do site do próprio Supremo Grande Capítulo do Arco Real da Escócia :

Além disso, como podemos ler no site do Grande Capítulo do Distrito de North Munster do Arco Real da Irlanda:

‘However, Royal Arch workings have been an integral part of Craft Masonry since “Time Immemorial” and before 1830, it was the Irish Tradition to work Higher Degrees under the sole authority of a Craft Warrant.’

ou seja

‘No entanto, a ritualística de Arco Real foi uma parte integrante da Maçonaria Simbólica desde “tempos imemoriáveis” e antes de 1830, foi a Tradição Irlandesa trabalhar os graus superiores sob a autoridade apenas de uma Carta Constitutiva [Warrant]  do Simbolismo.’

Veja, por você mesmo, em:


Ainda naquele artigo entitulado “Real Arco & Arco Real”, encontramos que “É preciso entender que o Arco Real inglês continua parte dos Graus Simbólicos, tal como determinado pelos artigos da União de 1813.” Isso é verdade, o Arco Real inglês é parte dos graus simbólicos?

Não. Aqui está se confundindo dois conceitos diferentes: O Grande Capítulo do Arco Real Inglês é subordinado a Grande Loja Unida da Inglaterra, mas isso não significa que o Arco Real inglês seja parte dos graus simbólicos. São dois conceitos distintos. Por exemplo, o Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito do Grande Oriente de França (Suprême Conseil Grand Collège du Rite Écossais Ancien Accepté) está subordinado ao Grande Oriente França, através do Colégio de Ritos, mas isso não quer dizer que os 30 graus (de 4 ao 33) do Rito Escocês Antigo e Aceito no Grande Oriente  de  França tenham se tornado parte dos graus simbólicos.

Vale ainda notar que a visão de que o Arco Real é parte integrante dos graus simbólicos é exatamente a visão da Grande Loja  dos Antigos. Visão essa que acabou não prevalecendo. Note também que a versão do Arco Real que mais se afastou do Arco Real como entendido e praticado na Grande Loja dos Antigos foi justamente o Real Arco americano, o qual não só propôs uma total independência do Real Arco em relação a Maçonaria Simbólica como criou graus totalmente novos, americanos, como por exemplo, Mui Excelente Mestre.  


De onde vem a noção de que as Potências Filosóficas tem que ser independentes das Potências Simbólicas?

Essa noção vem dos Estados Unidos. Ela surgiu no final do século XVIII e começo do século XIX, quando as primeiras Potências Filosóficas (Supremo Grande Capítulo do Real Arco, Grande Acampamento da Cavalaria e Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito) se organizaram nos Estados Unidos.  A Maçonaria Simbólica lá estava dividida em dezenas de Grandes Lojas Estaduais, todas independentes entre si e nem todas se reconhecendo mutuamente. Isso tornava simplesmente impossível buscar qualquer vínculo das Potências de Maçonaria Filosófica (graus além do terceiro grau) com a Maçonaria Simbólica.

Até o final do século XX, ainda havia problemas de reconhecimento mútuo entre as Grandes Lojas Estaduais americanas. Até hoje, a Maçonaria Simbólica nos Estados Unidos é dividida em 51 Grandes Lojas Estaduais (50 Estados e um Distrito federal), todas independentes entre si, apesar dos acordos de mútuo reconhecimento que hoje existem.   

terça-feira, 10 de abril de 2012

Divergências entre Modernos e Antigos

Qual eram os pontos de divergência entre a Grande Loja de Londres e de Westminster (fundada em 1717) e a Grande Loja dos Maçons Antigos (fundada em 1751)?

Primeiro vale relembrar que as duas Grandes Lojas em questão ficavam em Londres. Os principais pontos de divergências eram:

1. A Grande Loja de Londres e de Westminster foi fundada em 1717. Mais tarde, ela foi chamada pejorativamente de Grande Loja dos “Modernos”.  Trabalhava baseado na primeira constituição de Anderson (publicada em janeiro de 1723 pelo pastor presbiteriano James Anderson).  Por outro lado, a Grande Loja dos Maçons Antigos (Grand Lodge of  Ancient Masons), foi fundada em 1751.  Ela utilizava como constituição o trabalho Ahiman Rezon de Laurence Dermott (publicado em 1756).

2. A Grande Loja de Londres e de Westminster, até certo ponto, ignorava as Grandes Lojas da Escócia e da Irlanda, bem como as críticas vindas delas. Isso foi um dos fatores motivadores da fundação da Grande Loja dos Maçons Antigos.

3. A Grande Loja de Londres e de Westminster (os “Modernos”) aceitavam judeus e pela unificação do Rito católico-anglicano dos Antigo Deveres com o Rito calvinista da Palavra de Maçom, buscaram na esfera religiosa um conceito mais vasto ligado a noção de religião natural. A Grande Loja dos Maçons Antigos não aceitava a descristianização da Maçonaria.

4. A Grande Loja dos Maçons Antigos via o grau Mestre do Arco Real como parte integrante do grau de Mestre e não como um grau separado. O rito que eles praticavam era chamado Rito de York (embora não fosse realmente originário de York) e tinha apenas três graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre, o qual incluía o Mestre do Arco Real.  Por outro lado, a Grande Loja de Londres e de Westminster (os “Modernos”) separava o grau de Mestre do grau de Mestre do Arco Real, o que os “Antigos” consideravam uma mutilação imperdoável do grau de Mestre Maçom.

Essas são as principais diferenças. Claro que havia também aspectos políticos na “concorrência” dessas duas Grandes Lojas.

Os pontos 3 e 4 acima são muito importante, e pouco conhecidos. A chamada pura maçonaria praticada pela Grande Loja dos Maçons Antigos na verdade excluía os não‑cristãos. Além disso, os sistemas maçônicos que hoje chamamos de Rito de York (americano, inglês, escocês e irlandês) e que se pretendem herdeiros das tradições da Grande Loja dos Maçons Antigo traem justamente um ponto básico daquela Grande Loja e adotam um tratamento “Moderno” ao manter o grau de Mestre do Arco Real separado do grau de Mestre Maçom.

sábado, 17 de março de 2012

Thomas Smith Webb e o Rito de York americano


É verdade que Thomas Smith Webb definiu o Rito de York (americano) no livro “Freemason’s Monitor” de sua autoria?

Rigorosamente não. E essa resposta é correta por três bons motivos: Primeiro, a expressão “York Rite” (Rito de York) não ocorre nenhuma vez  no livro “Freemason’s Monitor”. Segundo, nem todos os graus do  Rito de York americano aparecem no “Freemason’s Monitor”; os graus Crípticos, isto é, Mestre Real (Royal Master), Mestre Escolhido (Select Master) e Super-Excelente Mestre (Super Excellent Master) não estão mencionados lá. Terceiro, os graus de 4 a 14 do Rito Escocês Antigo e Aceito (Loja de Perfeição) estão incluídos no “Freemason’s Monitor”.

Ou seja, o “Freemason’s Monitor” não menciona o termo “York Rite” (Rito de York), não incluí todos os graus do Rito de York americano e incluí outros graus que não pertencem ao Rito de York americano.

Você pode verificar esses fatos por si mesmo na edição de 1808 do “Freemason’s Monitor” de Thomas Smith Webb, disponível no Google Book em pdf. Veja o link:

Thomas Smith Webb faleceu em 1819 e a última edição do “Freemason’s Monitor” publicada por ele foi em 1818 (sexta edição). Mesmo nessa edição de 1818, o “Freemason’s Monitor” não menciona o termo “York Rite” (Rito de York), não incluí os s os graus Crípticos do Rito de York americano e incluí outros graus que não pertencem ao Rito de York americano (os graus de 4 a 14 do Rito Escocês Antigo e Aceito).

Você pode verificar isso por si mesmo na edição de 1818 do “Freemason’s Monitor”, também  disponível no Google Books. Veja o link:


É verdade que Thomas Smith Webb patenteou o Rito de York (americano)?

Não. O que ocorre é que em maio de 1790 o Congresso Americano aprovou a primeira lei federal de Copyright (direitos autorais) nos Estados Unidos. O nome da lei era “An Act for the encouragement of learning, by securing the copies of maps, charts and books, to the authors and proprietors of such copies, during the times therein mentioned.” Originalmente os registros eram feitos nas Cortes Distritais. 

O que Thomas Webb fez foi justamente registrar seu livro “Freemason’s Monitor” (primeira edição), em 14 de setembro de 1797, na Corte Distrital de Rhode Island, para proteção de direitos autorais.

A informação do registro está no próprio livro de Webb, um pouco antes do Prefácio.
Novamente, você pode verificar por si mesmo: para a quarta edição (1808) do “Freemason’s Monitor” de Webb, disponível no Google Book em pdf, veja o link:
e  para a sexta edição (1818) do “Freemason’s Monitor” de Webb, também disponível no Google Book em pdf, veja o link:

Atualmente, o copyright do livro “Freemason’s Monitor” já expirou e a obra se tornou de domínio público. É justamente por isso que pode estar gratuitamente disponível no Google books.

Obs: há várias fontes sobre a História da legislação de Copyright nos Estados Unidos, uma delas é a seção Brief History of the Copyright Office no site oficial do Copyright Office:


Mas “York Rite” não é uma TradeMark ou Marca Registrada nos Estados Unidos?  

Não, de forma alguma.  Isso porque não é possível registrar como marca uma expressão tradicional.

Há alguns logotipos de organizações maçônicas que contém como um dos elementos a expressão “York Rite”, e que estão registrados como marcas. Porém o que está registrado é o logotipo como um todo.  Por exemplo, o  York Rite Sovereign College of of North America, fundado em 1957, tem seu logotipo registrado. Nesse logotipo dois, dentre vários, elementos são as expressões “Sovereign College”  e “York Rite”.  Mas isso não torna de forma nenhuma a expressão “York Rite” (ou “Sovereign College”) por si só uma marca registrada.

Se você quiser, você pode pesquisas a expressão “York Rite” no banco de dados oficial do Departamento de Marcas e Patente americano:


Por que Thomas Smith Webb é considerado o pai e fundador do Rito de York americano?

Thomas Webb, junto com outros, organizou e fundou o General Grand Chapter of Royal Arch Masons (Grande Capítulo Geral de Maçons do Real Arco), e foi o responsável pela primeira constituição (estatuto) do General Grand Chapter of Royal Arch Masons, adotada em janeiro de 1799. Em 1816, em Nova York, ele organizou  e fundou o Grand Encampment of the United States (Grande Acampamento dos Estados Unidos), e foi também um dos autores de sua primeira constituição (estato).  Estes dois corpos maçônicos são a base sobre a qual mais tarde se estruturou o Rito de York americano.

Thomas Webb também participou ativamente na fundação de Grandes Capítulos (estaduais) do Real Arco, por exemplo, o Grand Chapter of Rhode Island, e de Comanderias, por exemplo, a St. John’s Commandery No. 1 of Providence.

Note porém que nem em seu livro “Freemason’s Monitor”, nem nas duas constituições mencionadas acima é utilizado o termo “York Rite” (Rito de York).   

Além disso, vale lembrar que tanto os escritos como o trabalho de Webb não incluem os graus Crípticos (Mestre Real, Mestre Escolhido, Super-Excelente Mestre), nem a organização destes graus em Conselho Crípticos.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Tradução do termo “Royal Arch” para o português


Qual a tradução mais correta para “Royal Arch”? Seria Real Arco ou Arco Real?

Entendemos que essa pergunta tem mais a ver com português do que propriamente com Maçonaria, mas vamos responder assim mesmo. 

O termo “Royal Arch” significa, em inglês, “Arco do Rei” e portanto nos parece que “Arco Real” seja uma melhor tradução, na mesma linha de “Royal Palace” ser “Palácio Real”, “Royal Crown” ser “Corôa Real”, “Royal Seal” ser “Selo Real”, etc…

Já o termo “Real Arco” embora possa perfeitamente também significar “Arco do Rei” sugere mais o sentido de “Arco verdadeiro”, “Arco que existe de verdade”, correspondendo assim mais ao que seria em inglês “Real Arch” e não “Royal Arch”.

As duas traduções nos parecem aceitáveis, apenas que a tradução “Arco Real” é melhor, mais precisa, do que “Real Arco”.